O tem do novo filme de Roman Polansky é muito interessante. O filme produz um clima de história tirada de livros de suspense do século 20, pelo menos no início. O final também é muito bom, muito bem criado. A trilha sonora pesada e nervosa também dá um show. O único problema em tudo isso é que o roteiro é embolado, confuso e, entre um bom início e um final original, temos que agüentar um miolo cansativo. Tirando pela sua extensão, até que vale bem a pensa entrar nessa viagem de suspense de um bom diretor. POR RODOLFO D.sábado, 31 de julho de 2010
Crítica: O ESCRITOR FANTASMA
O tem do novo filme de Roman Polansky é muito interessante. O filme produz um clima de história tirada de livros de suspense do século 20, pelo menos no início. O final também é muito bom, muito bem criado. A trilha sonora pesada e nervosa também dá um show. O único problema em tudo isso é que o roteiro é embolado, confuso e, entre um bom início e um final original, temos que agüentar um miolo cansativo. Tirando pela sua extensão, até que vale bem a pensa entrar nessa viagem de suspense de um bom diretor. POR RODOLFO D.
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