sábado, 3 de julho de 2010

Crítica: A SAGA CREPÚSCULO - ECLIPSE



Depois de experiências que a crítica mundial julgou sofríveis (Crepúsculo e Lua Nova) o diretor David Slade assumiu um trabalho de alto perigo, pois se trata do livro menos cinematográfico da série. Mas nessa quarta feira o que estava fadado a ser só mais um blockbuster da fazer torcer narizes, orelhas e todo o corpo de bons críticos, surpreendeu, não só em sua trilha sonora (que já tinha provado ser a única coisa válida em toda a série), como também na forma de um trabalho mais conciso, arrumado, bem ambientado e otimamente explorado. Até mesmo a gélida e depressiva Bella Swan está mais segura de si como pessoa e como protagonista que precisa segurar bem uma história de conteúdo ralo. Tudo nesse filme evoluiu e, mesmo não sendo digno de um Oscar, ajudou a série subir no conceito dos implicantes da saga. Ser um fenômeno foi uma consequência, porque as histórias dos 4 livros da escritora Stephenie Meyer são bons pelo menos em tela. Sim, são histórias totalmente inovadoras. Digam o que quizer, não fosse pelas fãs grodinhas e de bigode que vivem berrando com vozes fininhas e irritantes quando veem uma imagem de Taylor Lautner ou Robert Pattinson, Eclipse e derivados seria considerado um filme cult. Pronto, falei! [por Rodolfo D.]

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