sábado, 28 de agosto de 2010

Crítica: O BEM AMADO

A clássica novela brasileira finalmente ganhou sua versão pra tela grande. Em uma produção suntuosa e ambiciosa, pras grandes massas, essa versão é bem montada, divertida, cheia de grandes interpretações, e tem um ritmo bom de contar uma história em cinema. Grande alegria pro cinema nacional. Às vezes o protagonista Odorico Paraguaçu (Marco Nanini) grita além da conta, mas o público não daí se dar tanta conta; bem, Zeca Diabo também não fala muito (o que dificulta entender o que ele está dizendo). Guel Arraes e Paula Lavigne podem apostar mais trabalhos juntos, porque esse deu super certo.
Pra concluir, em meio a tempos eleitorais, o filme trata de temas muito sérios. Eu próprio consegui olhar, algumas vezes, o filme por um ângulo sério. É a visão política que, através dos tempos, não mudou nem uma vírgula sequer. [por Rodolfo Domingos]

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