Vindo do diretor Ron Howard, responsável por levar às telas os Best Sellers “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”, esse filme, indicado a 5 Oscars, inclusive o de melhor filme, é puro luxo cinematográfico. Isso é típico de Ron, mas ele ainda não caiu em clichês ou repetições.O filme usa e abusa de bons diálogos, dentro de um roteiro impecável, aproveitando as grandes personagens – reais – que tem. Trilha sonora do aclamado Hans Zimmer – que, me perdoem se ele tem fãs, mas consegue ser mais repetido em número de créditos que o Morgan Freeman, a Kathy Bates ou o Alec Baldwin – também faz bonito. Mas é tanta qualidade – edição, figurino, interpretações, etc... – que nem dá pra citar todas em detalhes.
Mas uma pessoa, em especial, protagoniza epicamente: Michael Sheen, que não teve a indicação a melhor ator, que foi pro parceiro Frank Langella, que merecia um pouco menos. Michael vem na pele do jornalista David Frost, que é muito carismático e, ao mesmo tempo, ambicioso. Só mais um injustiçado.
É um filme que merecia mais reconhecimento do público e da crítica, porque é uma espécie em extinção no mundo do cinema. Aplaudo de pé e dou 5 estrelas! [por Rodolfo Domingos]
É um filme que eu super indico.
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