A mais recente comédia romântica de Drew Barrymore, junto com Jutin Long, ator que quer provar que não é mais um adolescente que faz filmes idiotas, é um filme muito bem colocado, bastante engraçado e coloca os atores muito à vontade em seus personagens. Os coadjuvantes dão o acabamento certo à trama. Sabendo mesclar muito bem entre a comédia e as cenas românticas (dando vez ao humor com muito mais frequência), AMOR À DISTÂNCIA aposta em diálogos objetivos, ácidos e dinâmicos, mostrando um amadurecimento dos títulos do gênero, que está demasiadamente banalizado em Hollywood. A química dos atores misturada à trilha pop-rock jovial, estamos falando de um filme que é diversão garantida. [por Rodolfo Domingos]sábado, 2 de outubro de 2010
Crítica: AMOR À DISTÂNCIA
A mais recente comédia romântica de Drew Barrymore, junto com Jutin Long, ator que quer provar que não é mais um adolescente que faz filmes idiotas, é um filme muito bem colocado, bastante engraçado e coloca os atores muito à vontade em seus personagens. Os coadjuvantes dão o acabamento certo à trama. Sabendo mesclar muito bem entre a comédia e as cenas românticas (dando vez ao humor com muito mais frequência), AMOR À DISTÂNCIA aposta em diálogos objetivos, ácidos e dinâmicos, mostrando um amadurecimento dos títulos do gênero, que está demasiadamente banalizado em Hollywood. A química dos atores misturada à trilha pop-rock jovial, estamos falando de um filme que é diversão garantida. [por Rodolfo Domingos]
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