Quentin Tarantino é um dos diretores mais revolucionários de nossa época. Deve ser por seu jeito sádico e extravagante, por seus filmes cheios de reviravoltas descontraídas. No caso de “Kill Bill – volume 1”, um filme na linha “ultraviolence”, o diretor pinta o sete (ou seria o SET?), e joga com todos os detalhes da trama, bagunçada mas cheia de estilo. Assim como em Pulp Fiction, Uma Thurman é a mulher perfeita para o papel principal, e protagoniza cenas épicas. Mas, o mais legal de se assistir a um Tarantino é ver suas façanhas como diretor, alguém capaz de fazer de todos os momentos um espetáculo, seja ele visual, musical, textual, ou qualquer outro detalhe do filme.O roteiro é agitado, afiado e se permite ser propositalmente bizarro. As cenas não lineares e primorosamente decoradas com cenas de luta dão o maior charme da história. É a palavra final em qualidade de entretenimento. Motivo: as criações em mundos paralelos, criados por Quentin, atemporais. “A Noiva” é insana e... Brilhante! [por Rodolfo Domingos]
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