sábado, 8 de janeiro de 2011

Crítica: SALT

O mais recente thriller de ação de Angelina Jolie é eletrizante. Leve isso como elogio. A trama é curta e o filme pequeno, dando espaço suficiente pra boas cenas de ação.

Mas falta, talvez, inovação. Acredito que boa parte de vocês já esteja cansado da imagem repetitiva de heroína de ação exibida e sedutora da atriz. Ela criou o próprio clichê. Pra nossa sorte vez ou outra ela vem com dramas que descansam a imagem repetitiva.


Outra coisa chatinha – ou pode acabar interessando demais – é a ambigüidade de Salt, que confunde o espectador mais pro final da fita. Com a atenção quase toda voltada em marcar a personagem, o filme acaba como uma desculpa para ver Jolie se desbravar em diferentes visuais.



[por Rodolfo Domingos]

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