No ano de 2010 poucos filmes de entretenimento foram tão completos quanto Tron: O legado. Motivo? Não só a exibição de um 3D bem feito, mas também uma trama visualmente rica e um roteiro sem grandes dificuldades pro espectador, mas algo que fico realmente bom.Existe uma força vibrante na edição das cenas misturada a uma das trilhas mais gostosas dos grandes filmes de 2010. E mais: Não foi preciso uma incursão no filme anterior para entender o universo de Tron. O filme começa arrebatador (e vai assim até o final) já com uma premissa bem objetiva da história de 27 anos atrás.
E há ainda coisas realmente incríveis dentro do longa. Ressalto com louvor duas coisas:
1 – A aparição de um Jeff Bridges jovem todo recriado em computador, um efeito impressionante, que só mesmo pessoas como eu pra reparar a diferença entre o real e o irreal.
2 – A participação Horrorshow de Michael Sheen num personagem excêntrico e cômico a ponto de roubar um pedaço do filme com estilo. Todos os seus trejeitos lembram personagens como o Coringa e o Charada.
É simplesmente o maior filme pipoca de seu ano.
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