sábado, 22 de janeiro de 2011

A Morte e a Vida de Charlie

Depois de ficar famoso como um galã em High School Musical, bons papéis têm aparecido para o jovem Zac Efron. Bons papéis, mas nenhum grande filme. Talvez esse seja o primeiro passo. O que ele fez em CHARLIE ST. CLOUD (no original) o inicia numa variação dramática. Eu o senti um pouco duro para chorar ou se revoltar, mas ele tem evoluções saudáveis. O mesmo início de carreira que Brad Pitt teve que enfrentar até se tornar o ator que é hoje. Quanto ao filme em geral, é um trabalho bem comovente, que se expressa através de crenças sobre contato com os mortos, e visualmente rico, com cenários naturais deslumbrantes e uma fotografia rica, trilha sonora também de acordo.

Algumas subtramas, como a da mãe de Charlie, foram desnecessárias e, como conseqüência, esquecidas e largadas a ponto de não terem desfecho. A protagonista, novata também, consegue soar bem sem sal e sem carisma. Mas ao menos ela não fez a típica menina melosa e cheia dos clichês.
Dá pra chorar e é bonito de ver. então, A MORTE E A VIDA DE CHARLIE pode dizer que cumpriu sua missão.
[por Rodolfo Domingos]

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