Esse grande clássico de Ingmar Bergman não é norteamericano, e tem muito da personalidade do diretor. Você deve ter como referência desse filme a cena em que a morte joga xadrez com um soldado medieval. Concordando – e não copiando – o que dizem sobre ele no livro “1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer”, é lamentável que um filme com tanta coisa a se discutir e relembrar esteja marcado por uma só cena.
A aura medieval de crença absoluta na Bíblia e o tom sombrio – assim como psicose, foi filmado em preto e branco propositalmente – levam a uma caça incessante por respostas sobre bem e mal junto ao protagonista, que mostra pontos curiosos de sua personalidade, contrastando com sua imagem magra, branca e sem simpatia.
É praticamente uma fábula sobre a morte e uma junção de medo e esperança. Na trama é como se o apocalipse estivesse acontecendo e, mais pro final, isso é angustiante. Só que o filme tem sacadas legais, então, apesar de Cult, “Det Sjunde Inseglet” (no original) é objetivo, curto e até divertido de ver. Recomendo numa boa. [por Rodolfo Domingos]

Esse grande clássico de Ingmar Bergman não é norteamericano, e tem muito da personalidade do diretor. Você deve ter como referência desse filme a cena em que a morte joga xadrez com um soldado medieval.
Esse filme dos Irmãos Coen é uma comédia muito particular. Será preciso do espectador uma intimidade natural com os filmes de Joel e Ethan e uma despreocupação com desfechos satisfatórios. 

